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  • Mistureba musical de uma legítima sambista

    31/03/2017


    Fabiano Fonseca, O Tempo - BH
  • Mart’nália reúne samba e pop em show em BH

    31/03/2017

    O álbum “Em Samba: Ao Vivo”, lançado em 2014, esgotou Mart’nália. “Não estava aguentando mais cantar a mesma coisa”, confessa a cantora e compositora carioca. Para curar a canseira, ela decidiu fazer o disco “+ Misturado”, que, como sugere o título, é uma mistura – do samba com o pop e de regravações com canções inéditas. O resultado o público de BH poderá conferir hoje no Grande Teatro Palácio das Artes.

    Essa não é a primeira vez que a filha de Martinho da Vila e Amália se envereda por outros gêneros musicais. Em 2012, ela lançou o CD “Não Tente Compreender”, dirigido e produzido por Djavan, no qual uniu pop, rock e soul. Depois retornou às raízes do samba, mas a marca de “Não Tente Compreender” ficou. “Esse (“Em Samba”) foi um disco ao vivo, produzido pelo meu pai. Depois de dois anos no samba, senti que tinha uma necessidade de fazer um (trabalho) de estúdio. E quando terminei a temporada do samba, algumas pessoas me pediram para cantar mais pop”, justifica.

    Homenagens

    Entre as regravações presentes em “+ Misturado”, “Estrela”, de Gilberto Gil; “Tempo de Estio”, de Caetano Veloso; “Linha do Equador”, de Djavan e Caetano; e “Si Tu Pars”, do africano Lokua Kanza. O medley de “Ela Disse-me Assim”/ ”Loucura”, de Lupicínio Rodrigues, e “Si Tu Pars”, de Lokua Kanza, Mart’nália dedicou à Maria Bethânia. “São pessoas que fizeram parte da minha trajetória, que me ajudaram”, diz.

    Martinho da Vila, claro, não poderia ficar de fora. Logo na abertura do disco, está “Ninguém Conhece Ninguém”, cantada por pai e filha. A canção é pouco conhecida e foi gravada originalmente no álbum “Meu Laiáraiá”. “Apesar de (a música) ser da década de 70, é muito atual. Achei bacana trazer esse samba dele”, comenta a artista.

    Inéditas

    O disco traz ainda as inéditas “Se Você Disser Adeus”, parceria de Geraldo Azevedo (outro convidado do disco) e Capinan; “Melhor Para Você”, de Cris Sauma e Tom Karabachian; “Tomara”, de Mart’nália e Mombaça; “Libertar”, de Zélia Duncan, Arthur Maia e Ronaldo Barcellos; “Vem Cá, Vem Cá...”, típica música popular de Cabo Verde, de Mart’nália, Zé Katimba e André da Mata.

    Também entraram a sambossa “Sem Dó”, de Rodrigo Lampreia, Beto Landau e Maurício; o samba de partido alto “Ouvi Dizer”, de Teresa Cristina e Mosquito; e a balada “Eu Te Quero Agora”, de Zé Ricardo. No show, Mart’nália diz que cantará uns 80% do novo trabalho, além de sucessos como “Cabide” e “Chega”.


    Hoje em Dia
  • Mart’nália aposta na mistura

    25/03/2017

    A cantora chega a BH na próxima sexta (31) para o show de lançamento do novo álbum "+ Misturado", com regravações de obras da MPB e inéditas

    Seguindo a lógica da própria Mart’nália, que costuma usar o nome do produtor para identificar “a cara” dos seus discos – e, sendo assim, já teve obra “caetaneada” (2002), “bethaniada” (2006), “djavaneada” (2012) e “martinhodavileada” (2014) –, seu último trabalho, “+Misturado” (2017), que ela lança aqui em Belo Horizonte na próxima sexta (31), foi “mart’naliado”.

    Isso porque, no lugar de um único produtor, o projeto teve cinco músicos responsáveis pelos arranjos e direção das 14 faixas, oito das quais, inéditas. Mas, no fim das contas, quem decidiu o que entrava ou não foi a filha de Martinho da Vila e da cantora Anália Mendonça.

    O álbum é uma espécie de continuidade do show “Mart’nália Misturado”, que ela começou a fazer no ano passado, quando se cansou da turnê do CD/DVD “Em Samba! Ao Vivo”, em que se dedicou exclusivamente ao seu gênero de berço. “Eu queria fazer algo mais pop e também queria voltar pro estúdio, aí fiz o show ‘Misturado’. Fui acrescentando coisa, foi ficando diferente e aí achei que ficou mais misturado ainda”, conta.

    Mas é claro que ela não viraria as costas para o samba, e é justamente uma composição de seu pai, “Ninguém Conhece Ninguém”, de 1968, a responsável por abrir o disco. “Não há alguém tão ruim / Que não tenha uma boa qualidade”, dizem os versos. “A letra fala dessa coisa de você poder mudar de opinião, gosto, vontade, dessa liberdade. E tem muito a ver com a proposta do CD. Além disso, não é tão conhecida, como as que eu costumo escolher para gravar”, justifica.

    Além dessa regravação, entraram também “Tempo de Estio” (Caetano Veloso), “Linha do Equador” (Djavan), “Ouvi Dizer” (Teresa Cristina e Mosquito), “Estrela” (Gilberto Gil), “Si Tu Pars” (do congolês Lokua Kanza) e um pot-pourri de “Ela disse-me assim” e “Loucura”, de Lupicínio Rodrigues, que encerra o álbum.

    “Estava com a sensação de que faltava uma canção, assim, para todo mundo cantar junto, uma seresta, aí coloquei esse samba-canção”, diz a cantora sobre a escolha. “Meu público tem muitos senhorzinhos e senhorinhas, quis presenteá-los – e a mim mesma – com essa gravação”.

    Entre as inéditas, tem Mart’nália em várias parcerias – ela não gosta de compor e dá preferência a colaborações –, como “Tomara” (com Mombaça), “Libertar” (de Arthur Maia e Ronaldo Barcellos, para a qual ela e Zélia Duncan fizeram letra) e “Vem cá, vem cá” (com Zé Katimba e André da Mata). Há também o samba-baião “Se Você Disser Adeus”, composto especialmente para ela pelo poeta baiano José Carlos Capinam e o pernambucano Geraldo Azevedo, que também participou da gravação.

    Ao vivo

    O show percorre todo esse repertório e vai além. “Coloquei outras músicas, mais antigas, que foram trilha de novela, as mais conhecidas. Para ficar mais misturado ainda”, ressalta.

    Lançado logo no início do ano, Mart’nália acredita que é no palco que o álbum mostra a que veio. “É muito bom poder voltar aí com um disco fresquinho. Estamos experimentando a sonoridade, tentando trazer a energia para o palco, e é muito legal quando o público responde a isso, dança, fica soltinho. É sempre um termômetro muito legal pra mim”, comenta.


    O Tempo - BH
  • Mart’nália

    25/03/2017

    Em interconexão com a proposta da curadoria do Festival de Curitiba, a cantora Mart’nália faz ecoar o atual reconhecimento da arte negra, levando para o palco a substância de diversas marcas sociais, como raça, classe, gênero e identidade. Em única apresentação no Festival de Curitiba, o show “+Misturado” acontece no dia 09 de abril, às 19h, no Teatro Guaíra.

    Vinda de um projeto no qual o samba reinava absoluto, Mart’nália retorna com um novo álbum, em mais uma parceria com a gravadora Biscoito Fino. Décimo primeiro de sua discografia, “+ Misturado” aposta na personalidade artística plural da cantora, com releituras de compositores fundamentais em sua formação.

    Entre as composições inéditas estão “Se você disser adeus” (Geraldo Azevedo e Capinan) – composta especialmente para Mart’nália; “Melhor para você” (Tom Karabachian/Cris Sauma), “Tomara” – esperada parceria com Mombaça, “Libertar” (Zélia Duncan, Arthur Maia e Ronaldo Barcellos), “Vem cá, vem cá…” (Mart’nália, Zé Katimba e André da Mata), “Sem dó” (Rodrigo Lampreia, Beto Landau e Maurício Pessoa), “Ouvi dizer” (Teresa Cristina e Mosquito) e “Eu te quero agora” (Zé Ricardo).

    O disco ainda traz também releituras e duetos, como “Si tu pars”, do congolês LokuaKanza, que, segundo Mart’nália, “veio aqui no Rio (gravar as vozes) e foi carinhosamente incrível”. Também estão no repertório as músicas: “Ninguém conhece ninguém” – gravado em 1976 pelo pai, Martinho da Vila; “Estrela”(Gilberto Gil), “Tempo de Estio” (Caetano Veloso), “Linha do Equador”(Djavan/Caetano Veloso), “Ela disse-me assim” e “Loucura” de Lupicínio Rodrigues.

    Mart’nália dedica algumas canções do álbum para alguns artistas gravados ou não por ela aqui. “É um carinho em vida para as pessoas que fazem e fizeram parte desta minha caminhada”, resume a cantora, compositora e orgulhosa integrante da ala de compositores da Escola de Samba Unidos de Vila Isabel.


    Em Cartaz
  • Mart’nália aposta na mistura

    25/03/2017

    A cantora chega a BH na próxima sexta (31) para o show de lançamento do novo álbum "+ Misturado", com regravações de obras da MPB e inéditas

    Seguindo a lógica da própria Mart’nália, que costuma usar o nome do produtor para identificar “a cara” dos seus discos – e, sendo assim, já teve obra “caetaneada” (2002), “bethaniada” (2006), “djavaneada” (2012) e “martinhodavileada” (2014) –, seu último trabalho, “+Misturado” (2017), que ela lança aqui em Belo Horizonte na próxima sexta (31), foi “mart’naliado”.

    Isso porque, no lugar de um único produtor, o projeto teve cinco músicos responsáveis pelos arranjos e direção das 14 faixas, oito das quais, inéditas. Mas, no fim das contas, quem decidiu o que entrava ou não foi a filha de Martinho da Vila e da cantora Anália Mendonça.

    O álbum é uma espécie de continuidade do show “Mart’nália Misturado”, que ela começou a fazer no ano passado, quando se cansou da turnê do CD/DVD “Em Samba! Ao Vivo”, em que se dedicou exclusivamente ao seu gênero de berço. “Eu queria fazer algo mais pop e também queria voltar pro estúdio, aí fiz o show ‘Misturado’. Fui acrescentando coisa, foi ficando diferente e aí achei que ficou mais misturado ainda”, conta.

    Mas é claro que ela não viraria as costas para o samba, e é justamente uma composição de seu pai, “Ninguém Conhece Ninguém”, de 1968, a responsável por abrir o disco. “Não há alguém tão ruim / Que não tenha uma boa qualidade”, dizem os versos. “A letra fala dessa coisa de você poder mudar de opinião, gosto, vontade, dessa liberdade. E tem muito a ver com a proposta do CD. Além disso, não é tão conhecida, como as que eu costumo escolher para gravar”, justifica.

    Além dessa regravação, entraram também “Tempo de Estio” (Caetano Veloso), “Linha do Equador” (Djavan), “Ouvi Dizer” (Teresa Cristina e Mosquito), “Estrela” (Gilberto Gil), “Si Tu Pars” (do congolês Lokua Kanza) e um pot-pourri de “Ela disse-me assim” e “Loucura”, de Lupicínio Rodrigues, que encerra o álbum.

    “Estava com a sensação de que faltava uma canção, assim, para todo mundo cantar junto, uma seresta, aí coloquei esse samba-canção”, diz a cantora sobre a escolha. “Meu público tem muitos senhorzinhos e senhorinhas, quis presenteá-los – e a mim mesma – com essa gravação”.

    Entre as inéditas, tem Mart’nália em várias parcerias – ela não gosta de compor e dá preferência a colaborações –, como “Tomara” (com Mombaça), “Libertar” (de Arthur Maia e Ronaldo Barcellos, para a qual ela e Zélia Duncan fizeram letra) e “Vem cá, vem cá” (com Zé Katimba e André da Mata). Há também o samba-baião “Se Você Disser Adeus”, composto especialmente para ela pelo poeta baiano José Carlos Capinam e o pernambucano Geraldo Azevedo, que também participou da gravação.

    Ao vivo

    O show percorre todo esse repertório e vai além. “Coloquei outras músicas, mais antigas, que foram trilha de novela, as mais conhecidas. Para ficar mais misturado ainda”, ressalta.

    Lançado logo no início do ano, Mart’nália acredita que é no palco que o álbum mostra a que veio. “É muito bom poder voltar aí com um disco fresquinho. Estamos experimentando a sonoridade, tentando trazer a energia para o palco, e é muito legal quando o público responde a isso, dança, fica soltinho. É sempre um termômetro muito legal pra mim”, comenta.


    Jornal Pampulha - Belo Horizonte
  • Mart’nália apresenta hits do samba e releituras da MPB no Grande Teatro do Palácio das Artes

    23/03/2017

    Os belo-horizontinos fãs de samba têm um compromisso marcado para 31 de março, no Palácio das Artes. O palco do Grande Teatro receberá a carioca Mart’nália, dona dos sucessos “Cabide”, “Namora Comigo” e “Peço a Deus”.

    O show faz parte da turnê de seu novo disco “+Misturado”. Embora mantenha as raízes do samba, a cantora também aposta na mistura de ritmos e estilos nessa nova empreitada.

    Como o próprio nome já denuncia, o álbum traz a mistura de músicas inéditas e regravações de grandes nomes como Gilberto Gil, Caetano Veloso, Teresa Cristina e Djavan – com um tom que só Mart’nália possui.


    BHAZ
  • Mart'nália faz show em SP para marcar lançamento de '+ Misturado'

    11/03/2017

    Quem escuta Mart''nália dizer que nunca se enxergou como uma voz, pode estranhar. Logo ela que escolheu a carreira de cantora, iniciada com seu pai, Martinho da Vila. Depois, foi backing vocal de Ivan Lins e fez vocal para discos de Beth Carvalho e Alcione. "Mesmo fazendo tudo isso, não achei que minha voz servisse para alguma coisa", confessa rindo nesta entrevista por telefone.

    Diferente de seu pai, que usa o palco "devagar, devagarinho", Mart''nália vira uma criança em cima dele, como tivesse acabado de encontrar seus brinquedos preferidos. Ela não para um só minuto, gesticula, conversa com o público, com os músicos, anda de um lado para o outro, bebe uma cervejinha, samba e toca alguns instrumentos, como o seu pandeiro inseparável.

    "Se fosse para ficar só cantando, com respeito a todos os cantores e cantoras, eu não continuaria exercendo esta profissão. Acho meio chato ficar só cantando, até porque, não sou burra, tem gente que faz bem melhor do que eu", diz para novamente cair na risada, e completa: "Não sei ficar parada, o palco é lugar para se divertir, para se misturar".

    Mas, se Mart''nália não se considera uma intérprete, como Maria Bethânia, Gal Costa e Nana Caymmi, "a grande intérprete", a mesma se diz uma artista que usa a voz para dar seu recado. "Eu nunca me enxerguei com voz e, sim, uma artista que canta".

    E foi nesta toada de artista que canta, que Mart''nália se forjou profissionalmente, lançando dez álbuns, quatro DVDs e trabalhando com nomes da música como Zélia Duncan, Gilberto Gil, Caetano Veloso, Chico Buarque, Celso Fonseca, Djavan (que produziu um dos seus melhores discos, Não Tente Entender, de 2012), entre outros, inclusive uma discreta carreira internacional - gravou dois shows no exterior, gravados em DVD, em Berlim e na África.

    Ela detesta rótulos e o tal do politicamente correto "é cansativo, castrador e dá preguiça". Fala sobre qualquer assunto que pergunte. Religião? "Sou católica-macumbeira, que é a religião brasileira". O que acha da música de massa de hoje? "Falta liberdade para você falar determinados temas nestas músicas. Ás vezes, fica se falando a mesma coisa, o mesmo assunto, o mesmo tema, como fórmula de sucesso. Tou fora".

    Mart''nália quer mesmo é continuar brincando de cantar, como no show que faz sábado, 11, no Sesc Pompeia (ingressos esgotados) para marcar o lançamento do seu disco + Misturado.


    Diário do Grande ABC
  • ‘Nunca achei que minha voz servisse para alguma coisa’

    11/03/2017


    Amilton Pinheiro, O Estado de S. Paulo
  • Mart'nália faz show em SP para marcar lançamento de '+ Misturado'

    11/03/2017

    Quem escuta Mart’nália dizer que nunca se enxergou como uma voz, pode estranhar. Logo ela que escolheu a carreira de cantora, iniciada com seu pai, Martinho da Vila. Depois, foi backing vocal de Ivan Lins e fez vocal para discos de Beth Carvalho e Alcione. “Mesmo fazendo tudo isso, não achei que minha voz servisse para alguma coisa”, confessa rindo nesta entrevista por telefone.

    Diferente de seu pai, que usa o palco “devagar, devagarinho”, Mart’nália vira uma criança em cima dele, como tivesse acabado de encontrar seus brinquedos preferidos. Ela não para um só minuto, gesticula, conversa com o público, com os músicos, anda de um lado para o outro, bebe uma cervejinha, samba e toca alguns instrumentos, como o seu pandeiro inseparável.

    “Se fosse para ficar só cantando, com respeito a todos os cantores e cantoras, eu não continuaria exercendo esta profissão. Acho meio chato ficar só cantando, até porque, não sou burra, tem gente que faz bem melhor do que eu”, diz para novamente cair na risada, e completa: “Não sei ficar parada, o palco é lugar para se divertir, para se misturar”.

    Mas, se Mart’nália não se considera uma intérprete, como Maria Bethânia, Gal Costa e Nana Caymmi, “a grande intérprete”, a mesma se diz uma artista que usa a voz para dar seu recado. “Eu nunca me enxerguei com voz e, sim, uma artista que canta”.

    E foi nesta toada de artista que canta, que Mart’nália se forjou profissionalmente, lançando dez álbuns, quatro DVDs e trabalhando com nomes da música como Zélia Duncan, Gilberto Gil, Caetano Veloso, Chico Buarque, Celso Fonseca, Djavan (que produziu um dos seus melhores discos, Não Tente Entender, de 2012), entre outros, inclusive uma discreta carreira internacional – gravou dois shows no exterior, gravados em DVD, em Berlim e na África.

    Ela detesta rótulos e o tal do politicamente correto “é cansativo, castrador e dá preguiça”. Fala sobre qualquer assunto que pergunte. Religião? “Sou católica-macumbeira, que é a religião brasileira”. O que acha da música de massa de hoje? “Falta liberdade para você falar determinados temas nestas músicas. Ás vezes, fica se falando a mesma coisa, o mesmo assunto, o mesmo tema, como fórmula de sucesso. Tou fora”.

    Mart’nália quer mesmo é continuar brincando de cantar, como no show que faz sábado, 11, no Sesc Pompeia (ingressos esgotados) para marcar o lançamento do seu disco + Misturado.

    As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.


    ISTOÉ - Blogs
  • Mart'nália apresenta '+ Misturado' em show em SP

    11/03/2017

    Quem escuta Mart’nália dizer que nunca se enxergou como uma voz, pode estranhar. Logo ela que escolheu a carreira de cantora, iniciada com seu pai, Martinho da Vila. Depois, foi backing vocal de Ivan Lins e fez vocal para discos de Beth Carvalho e Alcione. “Mesmo fazendo tudo isso, não achei que minha voz servisse para alguma coisa”, confessa rindo nesta entrevista por telefone.

    Diferente de seu pai, que usa o palco “devagar, devagarinho”, Mart’nália vira uma criança em cima dele, como tivesse acabado de encontrar seus brinquedos preferidos. Ela não para um só minuto, gesticula, conversa com o público, com os músicos, anda de um lado para o outro, bebe uma cervejinha, samba e toca alguns instrumentos, como o seu pandeiro inseparável.

    “Se fosse para ficar só cantando, com respeito a todos os cantores e cantoras, eu não continuaria exercendo esta profissão. Acho meio chato ficar só cantando, até porque, não sou burra, tem gente que faz bem melhor do que eu”, diz para novamente cair na risada, e completa: “Não sei ficar parada, o palco é lugar para se divertir, para se misturar”.

    Mas, se Mart’nália não se considera uma intérprete, como Maria Bethânia, Gal Costa e Nana Caymmi, “a grande intérprete”, a mesma se diz uma artista que usa a voz para dar seu recado. “Eu nunca me enxerguei com voz e, sim, uma artista que canta”.

    E foi nesta toada de artista que canta, que Mart’nália se forjou profissionalmente, lançando dez álbuns, quatro DVDs e trabalhando com nomes da música como Zélia Duncan, Gilberto Gil, Caetano Veloso, Chico Buarque, Celso Fonseca, Djavan (que produziu um dos seus melhores discos, Não Tente Entender, de 2012), entre outros, inclusive uma discreta carreira internacional – gravou dois shows no exterior, gravados em DVD, em Berlim e na África.

    Ela detesta rótulos e o tal do politicamente correto “é cansativo, castrador e dá preguiça”. Fala sobre qualquer assunto que pergunte. Religião? “Sou católica-macumbeira, que é a religião brasileira”. O que acha da música de massa de hoje? “Falta liberdade para você falar determinados temas nestas músicas. Ás vezes, fica se falando a mesma coisa, o mesmo assunto, o mesmo tema, como fórmula de sucesso. Tou fora”.

    Mart’nália quer mesmo é continuar brincando de cantar, como no show que faz sábado, 11, no Sesc Pompeia (ingressos esgotados) para marcar o lançamento do seu disco + Misturado.


    O Estado de São Paulo
  • “+ Misturado” chega à BH

    10/03/2017

    Mart´nália, em parceria com a Nó de Rosa, traz, pela primeira à capital mineira, o show de lançamento do seu novo álbum

    O samba corre nas veias, mas é a mistura de ritmos e estilos que tem batido no coração de Mart´nália. E o resultado é o novo álbum “+ Misturado”, que a Nó de Rosa traz pela primeira para Belo Horizonte no dia 31 de março (sexta-feira), às 21h, no Palácio das Artes.

    O nome do disco diz a que veio: um combinado de grandes artistas e diferentes sonoridades que se traduz em uma declaração de amor à música, em toda a sua diversidade. Ao longo das 14 faixas, Mart´nália apresenta alguns de seus encontros notáveis, trazendo suas particularíssimas leituras de Gil e Caetano, brindando com Teresa Cristina, Zélia Duncan, Geraldo Azevedo, Zé Ricardo, Djavan, Lokua Kanza, além de sua honesta versão de Lupicínio Rodrigues, que ela, não por acaso, oferece à Maria Bethânia.

    No álbum

    + Misturado vem com algumas releituras de canções de compositores fundamentais na formação musical de Mart’nália. “Ninguém conhece ninguém”, de Martinho da Vila, (gravado em 1976 pelo pai); “Estrela”, de Gilberto Gil; “Tempo de Estio”, de Caetano Veloso, “Linha do Equador”, de Djavan e Caetano; o medley das clássicas “Ela disse-me assim”/“Loucura”, de Lupicínio Rodrigues e “Si tu pars”, de Lokua Kanza.

    No repertório de inéditas são elas: “Se você disser adeus”, composta por Geraldo Azevedo e Capinan, feita para Mart’nália; “Melhor para você”, de Cris Sauma e Tom Karabachian (filho do cantor e compositor Paulinho Moska); “Tomara”, a esperada parceria de Mart’nália e Mombaça; “Libertar” de Zélia Duncan, Arthur Maia e Ronaldo Barcellos; “Vem cá, vem cá...”, uma boa morna (típica música popular de Cabo Verde) de Mart’nália, Zé Katimba e André da Mata; o samba/bossa nova “Sem dó”, de Rodrigo Lampreia, Beto Landau e Maurício; “Ouvi dizer”, de Teresa Cristina e Mosquito (um gaiato samba de partido alto) e “Eu te quero agora”, de Zé Ricardo, uma balada irresistível.

    No palco

    Miguel Falabella, amigo e fã da artista, resumiu como ninguém a sensação de quem terá a oportunidade de vê-la ao vivo. “Mart’nália canta para o mundo real, aquele que está bem ali, do lado de fora da porta e que sai descalço, de calça curta, senta na mureta e bebe todas, como a musa de Tomara, sua parceria com Mombaça. E talvez seja esse o segredo da conexão que ela estabelece imediatamente com todos aqueles que têm a oportunidade de ouvi-la e/ou assisti-la. Mart’nália nos sussurra palavras de amor num dialeto que todos entendemos perfeitamente, pois sua cadência é aquela do incendiado subúrbio carioca, uma sonoridade que rompeu as barreiras geográficas e é percebido em grande parte do país”.

    Os ingressos já estão à venda na bilheteria do Palácio das Artes. Cliente Porto Seguro tem condições especiais ao apresentar o Cartão do Segurado ou a apólice, no caso do cliente Fiança Locatícia. Mais informações pelo telefone: (31) 3236-7400.


    BH Eventos
  • Show com Mart´nália lança "+ Misturado"

    09/03/2017

    “Mart’nália é aquilo que canta. Notável, desabrida, louca, livre, ela se mostra como é: misturada, brasileira, engraçada, poética e sempre autêntica em suas escolhas”. Miguel Falabella

    “+ Misturado” chega à BH

    Mart´nália, em parceria com a Nó de Rosa, traz, pela primeira à capital mineira, o show de lançamento do seu novo álbum

    Belo Horizonte, março de 2017 - O samba corre nas veias, mas é a mistura de ritmos e estilos que tem batido no coração de Mart´nália. E o resultado é o novo álbum “+ Misturado”, que a Nó de Rosa traz pela primeira para Belo Horizonte no dia 31 de março (sexta-feira), às 21h, no Palácio das Artes.

    O nome do disco diz a que veio: um combinado de grandes artistas e diferentes sonoridades que se traduz em uma declaração de amor à música, em toda a sua diversidade. Ao longo das 14 faixas, Mart´nália apresenta alguns de seus encontros notáveis, trazendo suas particularíssimas leituras de Gil e Caetano, brindando com Teresa Cristina, Zélia Duncan, Geraldo Azevedo, Zé Ricardo, Djavan, Lokua Kanza, além de sua honesta versão de Lupicínio Rodrigues, que ela, não por acaso, oferece à Maria Bethânia.

    No álbum

    + Misturado vem com algumas releituras de canções de compositores fundamentais na formação musical de Mart’nália. “Ninguém conhece ninguém”, de Martinho da Vila, (gravado em 1976 pelo pai); “Estrela”, de Gilberto Gil; “Tempo de Estio”, de Caetano Veloso, “Linha do Equador”, de Djavan e Caetano; o medley das clássicas “Ela disse-me assim”/“Loucura”, de Lupicínio Rodrigues e “Si tu pars”, de Lokua Kanza.

    No repertório de inéditas são elas: “Se você disser adeus”, composta por Geraldo Azevedo e Capinan, feita para Mart’nália; “Melhor para você”, de Cris Sauma e Tom Karabachian (filho do cantor e compositor Paulinho Moska); “Tomara”, a esperada parceria de Mart’nália e Mombaça; “Libertar” de Zélia Duncan, Arthur Maia e Ronaldo Barcellos; “Vem cá, vem cá...”, uma boa morna (típica música popular de Cabo Verde) de Mart’nália, Zé Katimba e André da Mata; o samba/bossa nova “Sem dó”, de Rodrigo Lampreia, Beto Landau e Maurício; “Ouvi dizer”, de Teresa Cristina e Mosquito (um gaiato samba de partido alto) e “Eu te quero agora”, de Zé Ricardo, uma balada irresistível.

    No palco

    Miguel Falabella, amigo e fã da artista, resumiu como ninguém a sensação de quem terá a oportunidade de vê-la ao vivo. “Mart’nália canta para o mundo real, aquele que está bem ali, do lado de fora da porta e que sai descalço, de calça curta, senta na mureta e bebe todas, como a musa de Tomara, sua parceria com Mombaça. E talvez seja esse o segredo da conexão que ela estabelece imediatamente com todos aqueles que têm a oportunidade de ouvi-la e/ou assisti-la. Mart’nália nos sussurra palavras de amor num dialeto que todos entendemos perfeitamente, pois sua cadência é aquela do incendiado subúrbio carioca, uma sonoridade que rompeu as barreiras geográficas e é percebido em grande parte do país”.

    Os ingressos já estão à venda na bilheteria do Palácio das Artes. Cliente Porto Seguro tem condições especiais ao apresentar o Cartão do Segurado ou a apólice, no caso do cliente Fiança Locatícia.


    BH Eventos
  • Mart'nália lança álbum '+ Misturado' em dois shows no Sesc Pompeia

    05/03/2017

    A cantora Mart'nália lança seu trabalho mais recente em dois shows no Sesc Pompeia, na sexta (10) e no sábado (11).

    Com oito canções inéditas e seis regravações, "+ Misturado" é o nome do novo álbum –homenagem às muitas misturas que a artista fez em mais de 30 anos de carreira.

    Nele, a carioca põe a voz rouca e suingada a serviço de sambas, partidos altos e canções de levada africana, escritas por nomes como Geraldo Azevedo, Gilberto Gil e o congolês Lokua Kanza.

    Sesc Pompeia - comedoria. R. Clélia, 93, Água Branca, tel. 3871-7700. 800 pessoas. Sex. (10) e sáb. (11): 21h30. 90 min. 18 anos. Ingresso: R$ 12 a R$ 40.


    Folha de S. Paulo